quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010 foi ontem, é hoje e será amanhã




Por isso esta villa deseja a todos um NOVO ANO cheio das maiores VENTURAS, esperando que não se esqueçam de trazer para (ou, com a mesma importância, conservar em) vossas vidas aquilo que realmente se mostra essencial: o amor!
Hic Hic Hurra

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A villa deseja a todos

UM SANTO E FELIZ NATAL!
Hic Hic Hurra

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Aquecimento global

Deu para o torto.
Primeiro dia de férias.
Marquei com o Zé pensando que estava a trabalhar.
Disse à minha mulher que ia estar com o Zé.
O problema é que fui ter com a minha segunda mulher e esqueci-me de avisar o Zé.
E a primeira mulher.
Resultado: o Zé nada vendo, perguntou à minha primeira mulher onde eu andava.
Que por seu lado me perguntou onde eu andava (por acaso, até estava bastante parado e sentadinho).
Por isso, e tendo em conta que é natal, deixo aqui o meu público pedido de desculpas:
a) Ao Zé, porque não tem culpa de eu me meter nos copos de vez em quando e ter a memória afectada;
b) À minha primeira mulher, por ter tido umas horas... bem, uns dias... ok, umas semanas (mas não adianto mais) em preparação do regime de poligamia;
c) À minha segunda mulher, pelo coitus interruptus.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Magra carta esta, para ser lida só (entre nós)

Sabes, a vida tem destas coisas.
É curioso como tudo tem um fim.
Mas a verdade é que existem sinais de que não é, não será, propriamente um fim, antes um até breve.
Tudo indica que a cada ciclo que se fecha, outro lhe sucede.
Basta atentar nas estações do ano, onde vida e morte andam de mãos dadas, para todo o sempre, numa brincadeira que se repete a cada ano que vemos passar, com a vida que brota a cada Primavera a afastar a morte que o Outono anuncia, findo o Verão, e o Inverno vem selar, qual sentença sem hipóteses de recurso.
Porém existe recurso.
Pois a Primavera regressa.
Tal como eu quero acreditar que regressamos, um dia, e que nos voltaremos todos a encontrar, para celebrar a amizade que uma vida só se mostra insuficiente para cimentar, para dar asas ao amor que perseguimos após o primeiro suspiro, logo após a nascença.
Curiosamente, e já que de sentença aqui falo, e talvez de uma maneira mórbida, por vezes dou por mim a pensar que todos nós, quando temos filhos, assinalamos a alegria do nascimento (e, de facto, é isso que deve ser enaltecido), mas afastamos logo do pensamento uma verdade indesmentível: eis alguém que nos é querido, a quem demos vida e que, com tal dádiva, condenámos à morte.
Mas a morte, esse eterno mistério que amedronta e apaixona a raça humana, tem de encerrar apenas um capítulo de nossas vidas.
Nas sábias palavras de um Amigo (mais do que isso, na verdade, quase um irmão tal a afinidade e comunhão de pensamentos), que não ouso reproduzir literalmente, seria impensável que um acto tão belo, como é o que permite dar-nos a vida, não tivesse um propósito para além da própria vida.
Vida essa que temos de viver intensamente, eis um dos seus segredos, uma vez que ela se esgota ciclicamente e, apesar de haver indícios da sua repetição no tempo (outra noção difusa), desengane-se aquele que pensa que está livre desse destino que nos está reservado a todos, sem qualquer excepção.
Sabes, a vida é um caminho para a morte e, creio-o, esta é um caminho para uma nova vida, numa repetição eterna que apenas persegue um objectivo, que é o de nos dar aquela sensação de felicidade que apenas as coisas simples possuem, que resultam do acto de ser solidário, que resultam do amor que conseguimos dar aos outros, compreendendo que os outros são parte de nós, que resultam daquele arrepio que sentimos na alma que nos faz, por momentos, aproximar do extâse, que quase nos arranca lágrimas dos olhos, tal a intensidade e o fervor com que o sentimento brota em nós.
Sabes, de uma forma egoísta eu andei convencido que aqueles que eu amo e prezo, amei e prezei, estavam sempre do meu lado.
Sabes, ainda hoje não me consigo habituar que assim não é, que assim não será, pelo menos nesta vida, nesta minha vida.
Sabes, isso deixa-me profundamente triste, angustiado por não conseguir combater um flagelo, que é o de ver sofrer aqueles de quem gostamos, de me sentir impotente para travar destinos previamente traçados, o que me enche de frustração e raiva, sentimentos dos quais não gosto, tal como não gosto da palavra nunca ou da expressão não consigo.
Sabes, é quando estou imerso em toda essa tristeza que vejo que há, pelo menos, uma coisa que posso fazer, quando não me é permitido tomar as rédeas do destino dos que gosto. Recordá-los. A memória é, talvez, a parte de mim que mais utilizo. Quantas e quantas pessoas que amei, das quais gostei, já tive de ver partir. Quantas e quantas vezes me entristeço com esse facto. E sempre, sempre, tenho de arranjar forças para prosseguir, encontrar novos estímulos, acreditar em novas oportunidades, tudo isso que apenas o simples facto de estar vivo me possibilita fazer.
Sabes, é o facto de eu continuar vivo que me permite manter vivos, também, aqueles que já não o estão.
Enquanto eu viver, até que a minha hora chegue, até que o meu último suspiro se liberte deste invólucro que é o meu corpo, que tem um prazo de validade e está sujeito a inúmeras deficiências (longe vão os tempos em que eu achava que era inatacável, quase eterno, um super-homem a quem só faltava voar - e, se calhar, até o sou e consigo), hei-de sempre recordar com uma ternura e um carinho muito grande todos aqueles de quem gostei, gosto e gostarei.
Sabes, até à hora da partida para a grande viagem, faço questão que o bilhete que tirei seja utilizado até à exaustão e apesar de me custar muito perder-te, perder-vos, enfim, perder-me a mim mesmo também (pois perco sempre um pouco de mim nestas alturas), apesar do sentimento de inigualável e profunda desilusão por saber que não voltarei a abraçar, cumprimentar, beijar, rir, falar, tocar ou simplesmente trocar um olhar cúmplice aqueles que já se foram, espero ser digno na missão que me incumbiram: a de Vos recordar e honrar.
Sabes, estou novamente triste. Muito triste. Tão triste que as palavras que aqui deixo não conseguem adjectivar o que me vai na alma. É esse o problema das palavras, ficam tão aquém do que sentimos. Mas são a única forma que agora encontro para dizer que fica a saudade.
E que, sinto-o, um dia essa saudade que agora está bem viva em mim também morrerá, não por ela, não comigo, mas num reencontro.
Pois acreditarei sempre em finais felizes.
É a vida; tratemos dela o melhor que sabemos e podemos...
Texto dedicado a António Cagica Rapaz, um Homem como poucos, um grande Amigo, que foi encantar outros com a sua maneira de ser e de estar e, estou certo, se nos deixou a todos mais pobres foi enriquecer aquele lugar que fica para além da linha do horizonte no mar de Sesimbra, aquele local especial que não nos permite distinguir onde termina o mar e começa o céu. Não vejo necessidade de escrever, aqui e agora, o quanto a sua amizade foi importante para mim e o quanto dele gostava. Fiz questão de fazê-lo em vida e perante quem verdadeiramente interessava. Resta-me, pois, tirar-lhe o chapéu e tratar de cuidar da solidão que, de repente, passei a sentir.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O que é a coragem?

Conduzir a alta velocidade pela estrada?
Atirar-se de pára-quedas?
Esquiar fora de pista?
Mandar o chefe à merda?
Não, isso são pequenas loucuras....

CORAGEM É ISTO:

Descobrimos o Zé, prego

Ciao!
O rapaz tem andado desaparecido e os seus milhões de fãs têm feito chegar algumas mensagens de... - pronto, ok, foi só uma - preocupadas sobre a sua saúde e o seu bem estar.
Quanto à primeira, enfim, nada posso adiantar para além do seu crónico estado de insanidade alcoólica.
Ma quanto ao segundo, asseguro que está bem e recomenda-se.
Aqui vos deixo uma fotografia do bambino, tirada a semana passada, numa villa vizinha (e sitiante, como diriam os nossos amiguinhos gauleses).
Arrivederci.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Última hora

Num espectacular golpe de bastidores, o presidente da FPF, Gilberto Madail, substitui o seleccionador nacional.
Inconformado com as más prestações da selecção de todos nós, e nem desespero de causa para conseguir derrotar os bósnios neste play-off, despediu Carlos Queiroz e contratou um novo treinador, estrangeiro, que, segundo afirma aquele visionário dirigente, conhece como ninguém os bósnios e virá com vontade de os massacrar!

Ao que apuramos, ainda está por confirmar a contratação, estando a FPF em difícieis negociações com a entidade holandesa, sediada em Haia, que detém o seu passe e que está oferecer algumas resistências à sua libertação.
Contudo, o acordo entre treinador e Madail foi já alcançado, pondo aquele apenas como condição fazer-se acompanhar da sua equipa técnica.

A Villa, num fenomenal trabalho de investigação, desde já revela as fotografias da nova equipa técnica da selecção portuguesa, estando ainda a envidar esforços para apurar as concretas identidades:

Seleccionador



Seleccionador adjunto



Preparador físico

sábado, 7 de novembro de 2009

Tava-se mesmo a ver o que o pessoal da Juve Leo iria fazer

"Um associado sportinguista, de seu nome Henrique Batassuma, foi hoje agredido por cerca de trinta membros da Juve Leo, depois da conferência de imprensa em que José Eduardo Bettencourt declarou que a culpa da crise sportinguista era da conhecida (pelo menos para alguns) associação terrorista "Henri Batassuna" (na pronúncia do próprio J.E.B.).
O associado sportinguista agredido afirmou à comunicação social, antes de entrar em estado comatoso, "eu ainda lhes disse "seus horriveis" mas eles não me ligaram nenhuma"".

O Inspector já está no "Facebook"!


Ou será o book que está na face do Inspector?...

Paulo Bento saiu do Sporting e...


Alguns jogadores já se começaram a sentir orfãos.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Da Letónia nem bom Vents, nem bom futebol

Empatas do caraças!!!

Operação «FACE OCULTA»

Porque nós aqui na Villa também não andamos a dormir! (sozinhos, pelo menos)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Imagem exclusiva da lua-de-mel do (nosso) Inspector - cont.

Depois do fiasco em casa, o que vale é que existe sempre um porto de abrigo para os infelizes...
E tudo está bem quando acaba bem!
Hic Hic Hurra

Mais uma do MÁRIO CRESPO

Diferenças

«Assistir ao duríssimo questionamento da comissão de inquérito senatorial nos Estados Unidos para a nomeação da juíza Sónia Sottomayor para o Supremo Tribunal é ver um magnífico exercício de cidadania avançada. Não temos em Portugal nada que se lhe compare. Se os nossos parlamentares tivessem a independência dos congressistas americanos, Cavaco Silva nunca teria sido presidente, Sócrates primeiro-ministro, Dias Loureiro Conselheiro de Estado, Lopes da Mota representante de Portugal ou Alberto Costa ministro da Justiça. O impiedoso exame de comportamentos, curricula e carácter teria posto um fim às respectivas carreiras públicas antes delas poderem causar danos.
Se a Assembleia da República tivesse a força política do Senado, os negócios do cidadão Aníbal Cavaco Silva e família, com as acções do grupo do BPN, por legais que fossem, levantariam questões éticas que impediriam o exercício de um cargo público. Se o Parlamento em Portugal tivesse a vitalidade democrática da Câmara dos Representantes, o acidentado percurso universitário de José Sócrates teria feito abortar a carreira política. Não por insuficiência de qualificação académica, que essa é irrelevante, mas pelo facilitismo de actuação, esse sim, definidor de carácter.
Do mesmo modo, uma Comissão de Negócios Estrangeiros no Senado nunca aprovaria Lopes da Mota para um cargo em que representasse todo o país num órgão estrangeiro, por causa das reservas que se levantaram com o seu comportamento em Felgueiras, que denotou a falta de entendimento do procurador do que é político e do que é justiça. Também por isto, numa audição da Comissão Judicial do Senado, Alberto Costa, com os seus antecedentes em Macau no caso Emaudio, nunca teria conseguido ser ministro da Justiça, por pura e simplesmente não inspirar confiança ao Estado.
Assim, se houvesse um Congresso como nos Estados Unidos, com o seu papel fiscalizador da vida pública, por muito forte que fosse a cumplicidade dos afectos entre Dias Loureiro e Cavaco Silva, o executivo da Sociedade Lusa de Negócios nunca teria sido conselheiro presidencial, porque o presidente teria tido medo das cargas que uma tal nomeação inevitavelmente acarretaria num sistema político mais transparente. Mas nem Cavaco teve medo, nem Sócrates se inibiu de ir buscar diplomas a uma universidade que, se não tivesse sido fechada, provavelmente já lhe teria dado um doutoramento, nem Dias Loureiro contou tudo o que sabia aos parlamentares, nem Lopes da Mota achou mal tentar forçar o sistema judicial a proteger o camarada primeiro-ministro, nem Alberto Costa se sentiu impedido de ser o administrador da justiça nacional em nome do Estado lá porque tinha sido considerado culpado de pressionar um juiz em Macau num caso de promiscuidade política e financeira. Nenhum destes actores do nosso quotidiano tinha passado nas audições para o casting de papéis relevantes na vida pública nos Estados Unidos. Aqui nem se franziram sobrolhos nem houve interrogações. Não houve ninguém para fazer perguntas a tempo e, pior ainda, não houve sequer medo ou pudor que elas pudessem ser feitas. É que essa cidadania avançada que regula a democracia americana ainda não chegou cá.»

Só me espanta que ainda não o tenham silenciado.
Mas é ir aproveitando, que tipos destes (ou como o Medina Carreira) já não há muitos.

Imagem exclusiva da lua de mel do (nosso) Zé - cont.

E onde estava o Zé?, perguntasteis vós:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Imagem exclusiva da lua-de-mel do (nosso) Inspector

Palavras para quê?
É um artista português...
Hic Hic Hurra
P.S. - Vejam só o estado em que deixou a sua pobre esposa!

Imagem exclusiva da lua de mel do (nosso) Zé

O estado em que ele deixou a sua recém-casada esposa:

Valha-nos São Gregório!!!

Meio Século dá cá uma pomada!!!

Qual será o segredo para esta poção mágica?
Parabéns e obrigado por horas de muito boa disposição!
Hic Hic Hurra

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Se o futebol fosse a sétima arte...

Estes fariam parte não dos doze, mas dos onze indomáveis patifes que estão a jogar que se fartam e estão a preparar-se para limpar tudo o que é competição. Raios, já nem me lembro da última vez que os vi com uma pedalada destas...
Enquanto estes, pobres coitados e para mal dos meus pecados, metem tanta água que só poderiam ser os... Ocean's eleven. Vamos lá ver como é que vai ser logo em Guimarães...
Hic Hic Hurra

Foi lindo, foi pungente, pareciam duas Madalenas arrependidas

Embora o nosso Primeiro tivesse, obviamente, muito mais ar de Madalena que o nosso Presidente.
A villa não pode deixar de saudar e louvar o espírito de grande lealdade e elevação democrática que constituíu o acto oficial que permitiu ao novo executivo de José Sócrates tomar posse, e no qual Cavaco Silva fez questão de recordar que não irá dificultar-lhes a vida, pois bem se recorda do drama, da tragédia e do horror que foi governar sem uma maioria absoluta.
E, embargados os dois pela emoção do momento, para que não desatassem a chorar copiosamente à frente de tanto Ministro e outros convidados, recolheram-se a um canto, lado a lado, evitando trocar olhares que permitissem demonstrar o que lhes ia na alma.
E o povo, esse eterno bastião em que se alicerça a democracia lusa, compreende e perdoa tudo o que de menos bom possa ter existido, na esperança de que é desta que tudo vai correr bem e que vai haver um final feliz para este país, pátria de nossos egrégios avós.
Hic Hic Hurra

A villa revela o perigo que é ter animais no circo

Recentemente fomos todos surpreendidos com nova legislação que proíbe os artistas circenses de se fazerem acompanhar por animais perigosos.
Perante o júbilo das várias protectoras de animais e a incredulidade de todos quantos fazem daquela vida profissão e dos que gostam do espectáculo que os animais proporcionam, a villa deixa aqui ficar um exemplo chocante.
O cidadão da foto é da Namíbia e estava a ver os animais do Circo Chen que passava perto da aldeia onde vivia, quando foi surpreendido pela gula de um dromedário que, não resistindo a uma carapinha cheia de insectos crocantes, decidiu dar-lhe uma pequena dentada, que é como quem diz fazer aquilo a que os ingleses apelidam de snack.
Para além do susto de morte que apanhou, restará acrescentar que a vítima da infeliz ocorrência ficou desprovida de implantes capilares e até hoje, mesmo com restaurador olex, a coisa ainda permanece mais árida que o deserto do Kalahari.
E então, são ou não perigosos os bichinhos?
Quem é que tinha razão?
Hein?
Hic Hic Hurra

Raios, nunca mais deixo os putos brincar com o serrote

Lá terá pensado o cidadão que foi castigado pelo simples facto de, no fim-de-semana anterior ao do servicinho que documenta a foto, ter levado a escada de madeira da empresa para casa e não ter cuidado de ter em atenção o que as suas amorosas criancinhas poderiam fazer caso se apanhassem munidos de um serrote.
E, já que se fala de miúdos, pensamos que poderemos dizer, com alguma propriedade, que a ele só lhe faltou um danoninho assim...
Será impressão minha, ou o tipo lá em cima está um bocado para o amarelo?
Hic Hic Hurra

A miopia também existirá no mundo animal?


Eis a questão que nos ocupará por breves momentos neste nosso blogue.
E diria breves momentos por, face a tão esclarecedores instantâneos que servem de base a esta nossa dissertação, nos parecer que não restarão grandes dúvidas que basta ter um olhinho, ainda que vesgo ou mal focado, e uma fomeca das antigas por zonas lombares, para dar asas aos mais animalescos instintos que existem no reino animal.
E se, no primeiro caso, o exemplar que foi apanhado à traição faz plena justiça à espécie a que pertence, nomeadamente por não ter conseguido colocar-se ao fresco antes de ser surpreendido pela girafa macho e ainda hoje deve estar a pensar que raio de parente afastado era aquele todo cheio de icterícia e cujo pescoço esticara de forma nada usual, já no segundo exemplo que aqui trazemos à colação pensamos que, para o coito ter sucesso, o alce terá de dar a conhecida martelada à berbequim.
Não os levem ao oftalmologista, não! É que, ainda por cima, já não dá para chamar o saudoso Vasco Santana...
Hic Hic Hurra

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Eu ando ausente porque...


ANDO NAS NUVENS COM ESTES ONZE ANJOS A ARRASTAREM-ME!!!

Como andamos algo ausentes...

achei por bem contratar uma empregada para manter o blog asseado.
(é que sou alérgico aos ácaros)

E, não sei porquê, até acho que irá fomentar uma presença mais assídua da malta.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Se o BE sabe desta



Ou como a presunção de inocência ainda não chegou ao outro lado do Atlântico
(diria José Sócrates «a experiência também conta!»)

E tão actual que ela está!

Pois é, ainda estou a digerir o fim da tetralogia wagneriana «O Anel dos Nibelungos» a que ontem assisti em São Carlos.
Tratou-se de Götterdämmerung (O Crepúsculo dos Deuses) e fechou com chave de ouro este ciclo, iniciado há 4 anos e que pôs os teatro de pantanas.
Richard Wagner, genial e egocêntrico compositor alemão, conseguiu carrear para este colosso monumental todas as humanas fraquezas que, ao longo dos séculos, têm feito da nossa existência aquilo que ela é: uma eterna procura do que não sacia, esquecendo que a felicidade suprema reside no amor, num amor puro e redentor que existe dentro de nós.
E a música, essa? - sublime!

(a imagem retrata a cena final, em que Brünilde monta o seu cavalo e imola-se no fogo que consome o corpo de Siegfried, o modelo do «Super Homem» - qual Clark Kent qual quê!!!)

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Pontes democráticas

CENSURADO DEVIDO A INTERVENÇÃO
DA ENTIDADE REGULADORA DE ACOMPANHAMENTO
DOS PROJECTOS DE ENGENHARIA ELABORADOS
PELO ENGENHEIRO JOSÉ PINTO DE SOUSA

A primeira tuga que se sentiu gozada pela Maité

"Olha lá, Manel, tu não achas que essa aí ao teu lado está a gozar connosco'"?