
Nessa altura, e estando o nosso amigo preso, um magistrado decidiu formular-lhe por escrito duas pequenas questões relativas ao pagamento do seu iate, magistralmente baptizado de "Lucky Me", a qual tinha a ver com o número de prestações que o West Ham, clube a que rumou o escocês Scott Minto, na altura jogador do Benfica, ficou de pagar ao clube da águia pela transferência, perguntando-lhe se não estaria a faltar à verdade escondendo alguma delas e a respeito da identidade do jogador que lhe proporcionara a realização deste bem engendrado esquema.
A resposta veio célere e dizia, apenas, isto: "Eu não Minto!!!"
Ora bem, a villa está em condições de esclarecer o público em geral que o nosso Vale e Azevedo, matreiro que nem um rato, propositadamente não colocou um ponto final na frase que, de uma assentada, dava resposta às duas questões formuladas.
É que, bem vistas as coisas, o que Vale e Azevedo queria dizer era tão-só: "Eu não. Minto!"
Hic Hic Hurra
3 comentários:
A Língua Portuguesa tem mesmo muito que se lhe diga!
Mas nem todos sabem brincar com ela com categoria!
À Vossa!
Caro vizinho Red Eagle,
E de vista se trata, efectivamente...
Não sei se é um colírio ou delírio para os meus vínicos olhos...
Hic Hic Hurra
Cara Ana,
É verdade.
E muito gostaria eu que um certo Mestre aqui estivesse a brincar connosco.
À Nossa!!!
Hic Hic Hurra
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