quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Meu caro Nero

Totalmente "emulsionado" pela tua "alembradura" e grato que te fico pelas simpáticas palavras que apenas percebi à trigésima quinta leitura (há lá uma frase, então, que me deixou o tinto pelas barbas e que tinha a ver com o que eu nunca fui e não deveria ter sido, se bem a entendi), não posso deixar de frisar (como certos vinhos, também eu sou frisante) que no capítulo das denominadas cheerleaders o meu clube do coração está bem à frente do teu.
E, caso não acredites no que te escrevo, aqui deixo a fotografia que comprova como duas belas leoas ensaiam a sua coreografia a apresentar antes do encontro da próxima jornada, frente ao Leixões SC, onde se destaca a beleza dos movimentos e o colossal porte das meninas.
Agora só falta convencer os espectadores a ficar no lugar e todas as equipas a entrar em campo durante o tempo em que elas dão o espectáculo!
Hic Hic Hurra

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Finalmente, os vinte anos

A quem nunca nos esquece.
A quem dificilmente esqueceremos (ok, pronto, eu já me esqueci, mas foi só uma vez e estava de férias, c...).
A quem merece tudo de bom, por ser como é, e não querer ser como nunca deveria ser.
Um grande brinde de parabéns, meu caro Zé, por mais um ano nesta loucura romana.





(Eu sei, eu sei. Estive quase, quase, quase a meter neste post as fotografias da Ruth Marlene e da irmã que foram publicadas naquela revista que patrocina as relações familiares - sobretudo entre irmãs- mas lembrei-me atempadamente que este ainda é um blogue familiar. Por isso, penso que as cheerleaders do Benfica servem ao menos para animar a vista (e esquecer que o teu Sporting não possui miúdas suficientemente giras para ter uma claque destas))




O Evangelho Político, segundo Vitor Ramalho

Para o dirigente socialista, responsável pela Federação de Setúbal, as circunstâncias de ocasião e a força da Constituição ditaram o parentesco político inevitável entre o Primeiro-Ministro José Sócrates e o Presidente da República Aníbal Cavaco Silva: são irmãos siameses.
Não sabe a villa se o caso desta má paridura da mãe democracia, que os prendeu um ao outro, já dura há anos ou se eles estão assim há meses (que lindo trocadilho, raios, que eu hoje devo estar inspirado), mas a verdade é que as semelhanças físicas entre ambos é notória, como se vislumbra nas imagens que deixamos aqui para a posteridade (a sintonia é tanta que até a cor dos óculos 3 D... se bem que ali o Tózé parece Seguro na sua preferência)!
Agora só faltava mesmo a villa render-se a esta coisa dos astros e descobrir que, afinal, estes irmãos siameses são, ambos os dois, do signo do zodíaco... gémeos!
Geme-os neles e gememos nós, com as suas brilhantes medidas para nos tirar da crise e os constantes avisos à navegação!
Hic Hic Hurra


Quem diria que eu...

Praticava, de forma totalmente involuntária e inconsciente (literalmente), este magnífico desporto das massas que responde pelo nome (isto é, responde se conseguir ouvir, o que, dado o estado em que os atletas ficam, duvidamos) de ioga irlandês.
Atenção, crianças, não tentem fazer isto em casa até atingirem a bonita idade de 16 anos...
Hic Hic Hurra
Post Scriptum - Se isto um dia vai a modalidade olímpica, Portugal terá medalhas! Garanto-o eu!

Agora, quando o computador falhar, já não é necessário o suicídio colectivo

A villa compilou (adoro esta palavra) apenas a pensar EXCLUSIVAMENTE EM SI, que é o nosso motor de popa e também de proa, uma pequena edição, quase de bolso, das informações preciosas que a universalmente célebre wikipédia nos presta.
Com uma encadernação de luxo, feita em pele de carneiro mal morto da Serra da Andaluzia Caribenha, cosida à mão com linha de pesca da barracuda selvagem do Mar Morto e em papel que parece normal mas que é, para que conste, uma rara e caríssima forma de papiro modificado geneticamente pela evolução tecnológica, eis a obra prima (ou qualquer outro grau de parentesco à escolha, que nestas coisas do obrar tanto se nos faz, desde que o façam acompanhado do Brise), que preenche qualquer biblioteca que se preze e que nos faz suspirar de alívio sempre que, como sucedeu para a zona de Torres Vedras agora no ano que findou, a luz se esvai (como cantavam os GNR, no seu sublime Morte ao Sol).
Não perca esta oportunidade única de ser o feliz contemplado com tão precioso bem, que tanta falta fazia nesta sociedade de consumo imediato (como cantavam os Táxi, no seu sublime Chiclete), o que irá suceder se se apressar a encomendar, apenas pelo preço inesquecível de 50 €, acrescido de 4.000 € para portes de envio e despesas legais.
Ah, e para os primeiros dez a adquirir esta preciosidade oferecemos, sem qualquer custo adicional (afinal, estamos a oferecer), um magnífico corrector para poder deliciar-se a actualizá-la segundo o acordo ortográfico.
Eis mais um produto com a garantia de qualidade da villa.
Pelo menos, nós garantimos que sim!
Hic Hic Hurra

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Joe Berardo entrou no ano com uns copitos a mais

E, como resultado, conseguiu convencer os accionistas do BCP Millenium do justo que seria o regresso de Armando Vara à Direcção daquele banco lusitano.
Segundo o conhecido Comendador, impunha-se efectivar o retorno de Vara ao banco que o viu crescer (pelo menos ao nível da conta bancária), uma vez que não existem provas que tenha tido comportamentos menos correctos durante a sua vida à frente daquela instituição.
Nas suas palavras, que só agora conseguimos trazer à estampa devido ao trabalho de tradução que tivemos de enfrentar (imaginem um tipo madeirense, com sotaque cerrado, a intercalar nas frases palavras inglesas, também elas com sotaque, e ainda por cima com uma tosga monumental... a minha mãezinha bem me dizia que eu deveria ter-me especializado em dialectos chineses), "aquele hóme non é nenhum sucatêre! O outre é que ere! E qual é o male dele ter acête uns robales? Son cá um acepipe! E espetade de robale? E robale à viste de todos?".
São uns pontos do camandro, estes tipos!
E fazem da honestidade e verticalidade princípios a seguir na vida... dos outros, como é evidente!
Hic Hic Hurra

A ementa para o novo ano

Mas só para apreciadores do género: cachorro quente!
Alguém me passa as 10 toneladas de mostarda para disfarçar o sabor, se faz favor?
Hic Hic Hurra

À boa maneira do Allo, Allo

A villa decidiu, numa altura em que se torna cada vez mais difícil abraçar a profissão de homem-bomba, que o ano novo teria de trazer maiores compensações pecuniárias para estes heróis que são os professores numa disciplina que, no mínimo, se poderá apelidar de explosiva.
É que, contrariamente ao que possam pensar, para estes que se dedicam ao ensino de tão nobre profissão, o grande boom não tem a ver com qualquer aumento demográfico da população.
E também é verdade que esta é uma cadeira que tem de ser dada por inteiro, nunca poderá ser dada... assim aos bocadinhos (literalmente)!
Hic Hic Hurra

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

2010 foi ontem, é hoje e será amanhã




Por isso esta villa deseja a todos um NOVO ANO cheio das maiores VENTURAS, esperando que não se esqueçam de trazer para (ou, com a mesma importância, conservar em) vossas vidas aquilo que realmente se mostra essencial: o amor!
Hic Hic Hurra

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

A villa deseja a todos

UM SANTO E FELIZ NATAL!
Hic Hic Hurra

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Aquecimento global

Deu para o torto.
Primeiro dia de férias.
Marquei com o Zé pensando que estava a trabalhar.
Disse à minha mulher que ia estar com o Zé.
O problema é que fui ter com a minha segunda mulher e esqueci-me de avisar o Zé.
E a primeira mulher.
Resultado: o Zé nada vendo, perguntou à minha primeira mulher onde eu andava.
Que por seu lado me perguntou onde eu andava (por acaso, até estava bastante parado e sentadinho).
Por isso, e tendo em conta que é natal, deixo aqui o meu público pedido de desculpas:
a) Ao Zé, porque não tem culpa de eu me meter nos copos de vez em quando e ter a memória afectada;
b) À minha primeira mulher, por ter tido umas horas... bem, uns dias... ok, umas semanas (mas não adianto mais) em preparação do regime de poligamia;
c) À minha segunda mulher, pelo coitus interruptus.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Magra carta esta, para ser lida só (entre nós)

Sabes, a vida tem destas coisas.
É curioso como tudo tem um fim.
Mas a verdade é que existem sinais de que não é, não será, propriamente um fim, antes um até breve.
Tudo indica que a cada ciclo que se fecha, outro lhe sucede.
Basta atentar nas estações do ano, onde vida e morte andam de mãos dadas, para todo o sempre, numa brincadeira que se repete a cada ano que vemos passar, com a vida que brota a cada Primavera a afastar a morte que o Outono anuncia, findo o Verão, e o Inverno vem selar, qual sentença sem hipóteses de recurso.
Porém existe recurso.
Pois a Primavera regressa.
Tal como eu quero acreditar que regressamos, um dia, e que nos voltaremos todos a encontrar, para celebrar a amizade que uma vida só se mostra insuficiente para cimentar, para dar asas ao amor que perseguimos após o primeiro suspiro, logo após a nascença.
Curiosamente, e já que de sentença aqui falo, e talvez de uma maneira mórbida, por vezes dou por mim a pensar que todos nós, quando temos filhos, assinalamos a alegria do nascimento (e, de facto, é isso que deve ser enaltecido), mas afastamos logo do pensamento uma verdade indesmentível: eis alguém que nos é querido, a quem demos vida e que, com tal dádiva, condenámos à morte.
Mas a morte, esse eterno mistério que amedronta e apaixona a raça humana, tem de encerrar apenas um capítulo de nossas vidas.
Nas sábias palavras de um Amigo (mais do que isso, na verdade, quase um irmão tal a afinidade e comunhão de pensamentos), que não ouso reproduzir literalmente, seria impensável que um acto tão belo, como é o que permite dar-nos a vida, não tivesse um propósito para além da própria vida.
Vida essa que temos de viver intensamente, eis um dos seus segredos, uma vez que ela se esgota ciclicamente e, apesar de haver indícios da sua repetição no tempo (outra noção difusa), desengane-se aquele que pensa que está livre desse destino que nos está reservado a todos, sem qualquer excepção.
Sabes, a vida é um caminho para a morte e, creio-o, esta é um caminho para uma nova vida, numa repetição eterna que apenas persegue um objectivo, que é o de nos dar aquela sensação de felicidade que apenas as coisas simples possuem, que resultam do acto de ser solidário, que resultam do amor que conseguimos dar aos outros, compreendendo que os outros são parte de nós, que resultam daquele arrepio que sentimos na alma que nos faz, por momentos, aproximar do extâse, que quase nos arranca lágrimas dos olhos, tal a intensidade e o fervor com que o sentimento brota em nós.
Sabes, de uma forma egoísta eu andei convencido que aqueles que eu amo e prezo, amei e prezei, estavam sempre do meu lado.
Sabes, ainda hoje não me consigo habituar que assim não é, que assim não será, pelo menos nesta vida, nesta minha vida.
Sabes, isso deixa-me profundamente triste, angustiado por não conseguir combater um flagelo, que é o de ver sofrer aqueles de quem gostamos, de me sentir impotente para travar destinos previamente traçados, o que me enche de frustração e raiva, sentimentos dos quais não gosto, tal como não gosto da palavra nunca ou da expressão não consigo.
Sabes, é quando estou imerso em toda essa tristeza que vejo que há, pelo menos, uma coisa que posso fazer, quando não me é permitido tomar as rédeas do destino dos que gosto. Recordá-los. A memória é, talvez, a parte de mim que mais utilizo. Quantas e quantas pessoas que amei, das quais gostei, já tive de ver partir. Quantas e quantas vezes me entristeço com esse facto. E sempre, sempre, tenho de arranjar forças para prosseguir, encontrar novos estímulos, acreditar em novas oportunidades, tudo isso que apenas o simples facto de estar vivo me possibilita fazer.
Sabes, é o facto de eu continuar vivo que me permite manter vivos, também, aqueles que já não o estão.
Enquanto eu viver, até que a minha hora chegue, até que o meu último suspiro se liberte deste invólucro que é o meu corpo, que tem um prazo de validade e está sujeito a inúmeras deficiências (longe vão os tempos em que eu achava que era inatacável, quase eterno, um super-homem a quem só faltava voar - e, se calhar, até o sou e consigo), hei-de sempre recordar com uma ternura e um carinho muito grande todos aqueles de quem gostei, gosto e gostarei.
Sabes, até à hora da partida para a grande viagem, faço questão que o bilhete que tirei seja utilizado até à exaustão e apesar de me custar muito perder-te, perder-vos, enfim, perder-me a mim mesmo também (pois perco sempre um pouco de mim nestas alturas), apesar do sentimento de inigualável e profunda desilusão por saber que não voltarei a abraçar, cumprimentar, beijar, rir, falar, tocar ou simplesmente trocar um olhar cúmplice aqueles que já se foram, espero ser digno na missão que me incumbiram: a de Vos recordar e honrar.
Sabes, estou novamente triste. Muito triste. Tão triste que as palavras que aqui deixo não conseguem adjectivar o que me vai na alma. É esse o problema das palavras, ficam tão aquém do que sentimos. Mas são a única forma que agora encontro para dizer que fica a saudade.
E que, sinto-o, um dia essa saudade que agora está bem viva em mim também morrerá, não por ela, não comigo, mas num reencontro.
Pois acreditarei sempre em finais felizes.
É a vida; tratemos dela o melhor que sabemos e podemos...
Texto dedicado a António Cagica Rapaz, um Homem como poucos, um grande Amigo, que foi encantar outros com a sua maneira de ser e de estar e, estou certo, se nos deixou a todos mais pobres foi enriquecer aquele lugar que fica para além da linha do horizonte no mar de Sesimbra, aquele local especial que não nos permite distinguir onde termina o mar e começa o céu. Não vejo necessidade de escrever, aqui e agora, o quanto a sua amizade foi importante para mim e o quanto dele gostava. Fiz questão de fazê-lo em vida e perante quem verdadeiramente interessava. Resta-me, pois, tirar-lhe o chapéu e tratar de cuidar da solidão que, de repente, passei a sentir.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O que é a coragem?

Conduzir a alta velocidade pela estrada?
Atirar-se de pára-quedas?
Esquiar fora de pista?
Mandar o chefe à merda?
Não, isso são pequenas loucuras....

CORAGEM É ISTO:

Descobrimos o Zé, prego

Ciao!
O rapaz tem andado desaparecido e os seus milhões de fãs têm feito chegar algumas mensagens de... - pronto, ok, foi só uma - preocupadas sobre a sua saúde e o seu bem estar.
Quanto à primeira, enfim, nada posso adiantar para além do seu crónico estado de insanidade alcoólica.
Ma quanto ao segundo, asseguro que está bem e recomenda-se.
Aqui vos deixo uma fotografia do bambino, tirada a semana passada, numa villa vizinha (e sitiante, como diriam os nossos amiguinhos gauleses).
Arrivederci.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Última hora

Num espectacular golpe de bastidores, o presidente da FPF, Gilberto Madail, substitui o seleccionador nacional.
Inconformado com as más prestações da selecção de todos nós, e nem desespero de causa para conseguir derrotar os bósnios neste play-off, despediu Carlos Queiroz e contratou um novo treinador, estrangeiro, que, segundo afirma aquele visionário dirigente, conhece como ninguém os bósnios e virá com vontade de os massacrar!

Ao que apuramos, ainda está por confirmar a contratação, estando a FPF em difícieis negociações com a entidade holandesa, sediada em Haia, que detém o seu passe e que está oferecer algumas resistências à sua libertação.
Contudo, o acordo entre treinador e Madail foi já alcançado, pondo aquele apenas como condição fazer-se acompanhar da sua equipa técnica.

A Villa, num fenomenal trabalho de investigação, desde já revela as fotografias da nova equipa técnica da selecção portuguesa, estando ainda a envidar esforços para apurar as concretas identidades:

Seleccionador



Seleccionador adjunto



Preparador físico

sábado, 7 de novembro de 2009

Tava-se mesmo a ver o que o pessoal da Juve Leo iria fazer

"Um associado sportinguista, de seu nome Henrique Batassuma, foi hoje agredido por cerca de trinta membros da Juve Leo, depois da conferência de imprensa em que José Eduardo Bettencourt declarou que a culpa da crise sportinguista era da conhecida (pelo menos para alguns) associação terrorista "Henri Batassuna" (na pronúncia do próprio J.E.B.).
O associado sportinguista agredido afirmou à comunicação social, antes de entrar em estado comatoso, "eu ainda lhes disse "seus horriveis" mas eles não me ligaram nenhuma"".

O Inspector já está no "Facebook"!


Ou será o book que está na face do Inspector?...

Paulo Bento saiu do Sporting e...


Alguns jogadores já se começaram a sentir orfãos.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Da Letónia nem bom Vents, nem bom futebol

Empatas do caraças!!!

Operação «FACE OCULTA»

Porque nós aqui na Villa também não andamos a dormir! (sozinhos, pelo menos)

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

sexta-feira, 30 de outubro de 2009

Imagem exclusiva da lua-de-mel do (nosso) Inspector - cont.

Depois do fiasco em casa, o que vale é que existe sempre um porto de abrigo para os infelizes...
E tudo está bem quando acaba bem!
Hic Hic Hurra

Mais uma do MÁRIO CRESPO

Diferenças

«Assistir ao duríssimo questionamento da comissão de inquérito senatorial nos Estados Unidos para a nomeação da juíza Sónia Sottomayor para o Supremo Tribunal é ver um magnífico exercício de cidadania avançada. Não temos em Portugal nada que se lhe compare. Se os nossos parlamentares tivessem a independência dos congressistas americanos, Cavaco Silva nunca teria sido presidente, Sócrates primeiro-ministro, Dias Loureiro Conselheiro de Estado, Lopes da Mota representante de Portugal ou Alberto Costa ministro da Justiça. O impiedoso exame de comportamentos, curricula e carácter teria posto um fim às respectivas carreiras públicas antes delas poderem causar danos.
Se a Assembleia da República tivesse a força política do Senado, os negócios do cidadão Aníbal Cavaco Silva e família, com as acções do grupo do BPN, por legais que fossem, levantariam questões éticas que impediriam o exercício de um cargo público. Se o Parlamento em Portugal tivesse a vitalidade democrática da Câmara dos Representantes, o acidentado percurso universitário de José Sócrates teria feito abortar a carreira política. Não por insuficiência de qualificação académica, que essa é irrelevante, mas pelo facilitismo de actuação, esse sim, definidor de carácter.
Do mesmo modo, uma Comissão de Negócios Estrangeiros no Senado nunca aprovaria Lopes da Mota para um cargo em que representasse todo o país num órgão estrangeiro, por causa das reservas que se levantaram com o seu comportamento em Felgueiras, que denotou a falta de entendimento do procurador do que é político e do que é justiça. Também por isto, numa audição da Comissão Judicial do Senado, Alberto Costa, com os seus antecedentes em Macau no caso Emaudio, nunca teria conseguido ser ministro da Justiça, por pura e simplesmente não inspirar confiança ao Estado.
Assim, se houvesse um Congresso como nos Estados Unidos, com o seu papel fiscalizador da vida pública, por muito forte que fosse a cumplicidade dos afectos entre Dias Loureiro e Cavaco Silva, o executivo da Sociedade Lusa de Negócios nunca teria sido conselheiro presidencial, porque o presidente teria tido medo das cargas que uma tal nomeação inevitavelmente acarretaria num sistema político mais transparente. Mas nem Cavaco teve medo, nem Sócrates se inibiu de ir buscar diplomas a uma universidade que, se não tivesse sido fechada, provavelmente já lhe teria dado um doutoramento, nem Dias Loureiro contou tudo o que sabia aos parlamentares, nem Lopes da Mota achou mal tentar forçar o sistema judicial a proteger o camarada primeiro-ministro, nem Alberto Costa se sentiu impedido de ser o administrador da justiça nacional em nome do Estado lá porque tinha sido considerado culpado de pressionar um juiz em Macau num caso de promiscuidade política e financeira. Nenhum destes actores do nosso quotidiano tinha passado nas audições para o casting de papéis relevantes na vida pública nos Estados Unidos. Aqui nem se franziram sobrolhos nem houve interrogações. Não houve ninguém para fazer perguntas a tempo e, pior ainda, não houve sequer medo ou pudor que elas pudessem ser feitas. É que essa cidadania avançada que regula a democracia americana ainda não chegou cá.»

Só me espanta que ainda não o tenham silenciado.
Mas é ir aproveitando, que tipos destes (ou como o Medina Carreira) já não há muitos.

Imagem exclusiva da lua de mel do (nosso) Zé - cont.

E onde estava o Zé?, perguntasteis vós:

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Imagem exclusiva da lua-de-mel do (nosso) Inspector

Palavras para quê?
É um artista português...
Hic Hic Hurra
P.S. - Vejam só o estado em que deixou a sua pobre esposa!

Imagem exclusiva da lua de mel do (nosso) Zé

O estado em que ele deixou a sua recém-casada esposa:

Valha-nos São Gregório!!!

Meio Século dá cá uma pomada!!!

Qual será o segredo para esta poção mágica?
Parabéns e obrigado por horas de muito boa disposição!
Hic Hic Hurra

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Se o futebol fosse a sétima arte...

Estes fariam parte não dos doze, mas dos onze indomáveis patifes que estão a jogar que se fartam e estão a preparar-se para limpar tudo o que é competição. Raios, já nem me lembro da última vez que os vi com uma pedalada destas...
Enquanto estes, pobres coitados e para mal dos meus pecados, metem tanta água que só poderiam ser os... Ocean's eleven. Vamos lá ver como é que vai ser logo em Guimarães...
Hic Hic Hurra

Foi lindo, foi pungente, pareciam duas Madalenas arrependidas

Embora o nosso Primeiro tivesse, obviamente, muito mais ar de Madalena que o nosso Presidente.
A villa não pode deixar de saudar e louvar o espírito de grande lealdade e elevação democrática que constituíu o acto oficial que permitiu ao novo executivo de José Sócrates tomar posse, e no qual Cavaco Silva fez questão de recordar que não irá dificultar-lhes a vida, pois bem se recorda do drama, da tragédia e do horror que foi governar sem uma maioria absoluta.
E, embargados os dois pela emoção do momento, para que não desatassem a chorar copiosamente à frente de tanto Ministro e outros convidados, recolheram-se a um canto, lado a lado, evitando trocar olhares que permitissem demonstrar o que lhes ia na alma.
E o povo, esse eterno bastião em que se alicerça a democracia lusa, compreende e perdoa tudo o que de menos bom possa ter existido, na esperança de que é desta que tudo vai correr bem e que vai haver um final feliz para este país, pátria de nossos egrégios avós.
Hic Hic Hurra

A villa revela o perigo que é ter animais no circo

Recentemente fomos todos surpreendidos com nova legislação que proíbe os artistas circenses de se fazerem acompanhar por animais perigosos.
Perante o júbilo das várias protectoras de animais e a incredulidade de todos quantos fazem daquela vida profissão e dos que gostam do espectáculo que os animais proporcionam, a villa deixa aqui ficar um exemplo chocante.
O cidadão da foto é da Namíbia e estava a ver os animais do Circo Chen que passava perto da aldeia onde vivia, quando foi surpreendido pela gula de um dromedário que, não resistindo a uma carapinha cheia de insectos crocantes, decidiu dar-lhe uma pequena dentada, que é como quem diz fazer aquilo a que os ingleses apelidam de snack.
Para além do susto de morte que apanhou, restará acrescentar que a vítima da infeliz ocorrência ficou desprovida de implantes capilares e até hoje, mesmo com restaurador olex, a coisa ainda permanece mais árida que o deserto do Kalahari.
E então, são ou não perigosos os bichinhos?
Quem é que tinha razão?
Hein?
Hic Hic Hurra